Chaves | Pintar o que Fica – Maria Guerreiro
Estará patente até ao dia 30 de junho,
De SEGUNDA a SÁBADO no horário das 14H00 às 18H00
Maria Guerreiro (Chaves, 2005) Artista emergente flaviense, com raízes em Vidago, encontra-se a concluir a Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade do Minho. A sua prática artística, centrada sobretudo na pintura, parte da observação do quotidiano e da forma como nos relacionamos com ele, traduzindo em imagem aquilo que sente a partir do que vê. As obras apresentadas funcionam como registos sensíveis desses encontros, não de forma literal, mas através da sua assimilação pessoal, procurando captar gestos, ambientes e relações mais do que acontecimentos concretos. Desde 2024, tem vindo a expor em diversos contextos, com participações em exposições colectivas em Guimarães, Barreiro e Porto, e com duas exposições individuais em 2025, em Chaves, afirmando progressivamente o seu promissor percurso artístico.
Exposição “Pintar o Que Fica”
A exposição centra-se na pintura como principal forma de expressão da artista, desenvolvida a partir da observação do quotidiano e das relações humanas. As obras não procuram representar a realidade de forma literal, mas antes traduzir sensações e experiências pessoais, captando gestos, ambientes, formas de estar e percepções. Cada pintura funciona como um registo sensível desses encontros com o mundo, resultado de um processo de assimilação e interpretação individual da Artista.